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Smartphones: cinco recursos que morreram (ou vão morrer) nos aparelhos

Quais inovações podemos esperar mais em smartphones? Nos últimos anos, vimos as fabricantes lançarem aparelhos com tanta tecnologia avançada, que muita gente passou a concentrar toda a vida nesses dispositivos. Eles são estação de trabalho, de diversão, entre tantas outras coisas.

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Mas, enquanto cada lançamento traz uma tecnologia diferente, também vemos alguns recursos ficarem para trás. Um exemplo é a bateria removível. Quando a LG trouxe o G4, essa especificação continuou no aparelho porque era algo que o consumidor sempre pedia, segundo a empresa. Isso foi visto também no G5, mas após o fracasso do design modular, a fabricante abandonou esse conceito.

A gente pode até associar que um dos fatores para o fim da era da bateria removível é o acabamento dos aparelhos em metal e vidro. As fabricantes estão abandonando o plástico e dando lugar a um acabamento mais premium. Até os intermediários estão assim. Galaxy J7 Metal da Samsung e Moto G5 Plus da Motorola são exemplos.

Não só as baterias removíveis, mas alguém se lembra qual o último smartphone lançado com dois alto-falantes na parte frontal? Essas e outras funcionalidades estão menos presentes nos aparelhos. E logo mais vai ser a vez da entrada tradicional de fone de ouvido dar adeus aos dispositivos.

Com as prioridades das empresas mudando, tecnologias tradicionais têm perdido espaço para outras mais “inovadoras”. O Tecnosense reuniu alguns recursos que morreram, ou estão morrendo, em smartphones mais modernos. E se você tiver algum que não está listado abaixo, comenta com a gente!

Foto: Motorola/Divulgação

Duplo alto-falante na parte frontal

Certo que não é um recurso comum em smartphones. Mas quem não se lembra do Moto G2 com seus dois alto-falantes na parte frontal? O aparelho conseguia reproduzir músicas e outros áudios em estéreo, o que também não durou muito. Na terceira geração do Moto G, a Motorola deu preferência a um único alto-falante e ainda em mono!

Tamanho e qualidade de tela têm sido uma aposta das empresas, o que pode ter feito as fabricantes repensarem sobre alto-falantes na parte frontal. Outro que tem a mesma especificação é o Nexus 6P da Huawei. Então, quem testou, testou. Quem não testou, bem…

Foto: LG/Divulgação

Bateria removível

A tecnologia de carregamento wireless questiona a necessidade de manter uma bateria removível no smartphone. De fato, aparelhos intermediários ainda continuam com esse recurso. Mas quem anda com duas baterias por aí? E sai trocando no meio da rua quando uma se esgota?

Fabricantes têm lançado smartphones com design em alumínio e vidro, o que coloca a existência das baterias removíveis em cheque.

Foto: Apple/Divulgação

Entrada de fone de ouvido

A tendência do mercado é tirar a entrada de fone de ouvido 3.5 milímetros, de fato. A Apple fez isso com o iPhone 7 e também a Motorola com o Moto Z. É uma porta USB-Tipo C para tudo. Carregar o aparelho, ouvir música e transferir dados.

Outra fabricante que deve adotar a mesma coisa é a Google. A expectativa é que o Google 2 XL não venha com a especificação para dar espaço a headphones com conexão Bluetooth. O fim desse recurso ainda deve demorar um bocadinho. Até lá, é fato que muita gente vai discutir a necessidade ou não de uma entrada para fone de ouvido.

Foto: Apple/Divulgação

Smartphones pequenos

Há quem prefira smartphones pequenos, mas são poucos disponíveis no mercado. E os que têm, geralmente trazem uma configuração de entrada. Se formos reparar, a maioria dos aparelhos tem display de 5 polegadas para cima e esses dispositivos parecem crescer cada vez mais.

Tanto que é difícil você não encontrar o recurso de “uso com uma mão” nesses aparelhos. Uma vantagem da tela grande é maior capacidade de bateria também. Quem aguentaria os 1,624 mAh do iPhone SE?

Teclado físico

Tirando a BlackBerry, qual outra fabricante aposta ainda em um teclado físico? Sempre sinto uma ponta de nostalgia quando lembro do Nokia E71, mas vejo o quanto é mais fácil digitar em um teclado digital.

Apps de teclado se tornaram bem avançados e são uma mão na roda, ainda mais com a tecnologia Swipe. Mas para quem ainda está em fase de transição, o BlackBerry KEYone tá aí para isso!

Foto: BlackBerry/Divulgação

Vale lembrar que não só esses cinco recursos estão mortos ou morrendo. Tem smartphone moderno com infravermelho? Com tanta inovação integrada aos novos aparelhos, quais tecnologias você acha que pode ter um fim nos próximos anos?

via TechnoBuffalo.

 

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Thulio Falcão

Thulio Falcão

Eu sou jornalista e gosto de brindar. Na falta de um par, brindo só. O importante é o copo cheio. Nada melhor que jogar videogame ou discutir tecnologia num boteco de esquina.